Post-it.

where the crazy matters

03/03/2010

Entrevista Possível A Um Madeirense

- Então, como se sente?
- Glup, glup, glup.
- Obrigado.

02/03/2010

Hoje O Stor Star Esteve A Fazer Babysitting

É que não encontro outra palavra para aquilo que ele o senhor esteve a fazer hoje connosco.
Deu-nos 'substituição' de História e uma 'ficha' da mesma disciplina para ocupar o tempo.
Como se História não fosse suficientemente chata e aborrecida, ninguém pôde abrir boca, nem ele próprio o fez. Foi um silêncio angustiante, arrepiante, exasperante, desesperante, demorado. 
Quando finalmente tocou, eu pensei tratar-se de  ilusão; senti-me como que há muito perdida no deserto, o toque de saída foi o meu oásis.
E depois ainda nos deu substituição de Área de Projecto. 


Era uma vez um menino chamado Tédio que, como tinha uma vida aborrecida, esforçava-se para que toda a gente à sua volta estivesse igualmente miserável.
Num belo dia de céu cinzento, o Tédio teve um tempinho livre e resolveu ir assistir à 'aula' de História do 12ºB, com os seus quatro amigos: a Opressão, o Medo, a Censura e o Autoritarismo.
E assim, os cinco amiguinhos andaram a espalhar a sua magia pela sala e pelos alunos.
- Até correu bem! Que tal irmos assistir a Área de Projecto também? - indagou o Tédio sorridente.
- Sim! - gritaram os restantes todos felizes da vida.


E os alunos tentaram o suicídio.


___________________


Na minha mesa, há dois dias que encontro suásticas lá desenhadas, mas hoje foi algo ainda mais assustador, qualquer coisa tipo isto: 




Espero, muito sinceramente, que o desenhador não seja a mesma pessoa que o escritor. 
Só naquela.



Cenas Mesmo Epah #2

Pelo amor de deus, seus bastardos crentes, parem de falar da Madeira!
Porra, não foi assim tão grave. Só morreram quarenta pessoas pah!
Sabem quantas pessoas morrem de fome todos os dias?
Só no continente africano, "a cada dia, 24 mil pessoas morrem de fome e 100 mil por causas relacionadas com desnutrição..." - ONU, Outubro de 2007.
Agora é preciso esta merda toda por quarenta pessoas? É grave,  está bem, não sou tão insensível assim; os prejuízos são enormes, as perdas de vida são obviamente lamentáveis mas não é preciso isto tudo.
Ai temos que ser solidários... merda mazé.
Há quantos anos que andam a poupar em impostos e a viver aqui à pala do Contenente?

Chamem-me má, mas estas coisas dão-me a volta ao miolo.